1) Em novembro, devemos começar a preparar a casa para o novo ano que se próxima. E o preparo começa com a REMOÇÃO do que se tornou INÚTIL, está IMPERFEITO e provoca LEMBRANÇAS RUINS... Assim, deve-se selecionar o que desejamos manter na nossa casa: roupas, calçados, CDs, livros, bijuterias, bonés, objetos diversos, fotos, etc.
2) É preciso mudar a "cara" da casa. Vários aspectos podem ser examinados: trocar quadros de lugar; renovar as fotos dos porta-retratos; modificar a arrumação dos móveis, por exemplo, trocar uma poltrona de lugar; pintar paredes que necessitem disso ou escolher uma parede para ganhar uma nova cor; e uma ação muito importante: renovar as plantas do interior da casa. Levar as atuais para a varanda ou o jardim, e decorar a sala com novas plantas. Se possível, pôr uma orquídea em algum ponto da sala. A orquídea é a flor mais positiva que existe.
3) Utilizar elementos decorativos próprios das Festas. E fruteiras com maçãs, laranjas, tangerinas, uvas, caquis; e pratos com frutas secas, como damasco, tâmaras, uvas-passas, etc. Tudo isso é símbolo de Prosperidade.
4) No Natal, cuidar para que a noite seja de paz, alegre, com a família e amigos reunidos para celebrar o nascimento de Cristo. Porque este é o motivo dos festejos e, não, a distribuição de presentes...
5) No Réveillon, muita alegria, mesa farta, casa totalmente ILUMINADA, portas e janelas ABERTAS, para que 2008 se despeça com festejos; e 2009 tenha as boas-vindas como a Esperança pede.
6) Mas, além dessas dicas para a casa, é FUNDAMENTAL que todos se preparem emocionalmente! Terminar o ano torcendo para 2009 chegar logo porque "2008 foi uma droga", porque "não consegui o que queria", porque "aconteceu isso ou aquilo" é terminar o ano de modo triste, negativo. E ninguém merece se sentir assim...
Então, recomendo que todos façam um exercício positivo, para terminar 2008 com alegria, agradecendo as pequenas vitórias, as conquistas, os encontros e reencontros. O fato de estar vivo e com saúde é o suficiente para se festejar,
não é mesmo? E, quem sabe das coisas, vai agradecer até as crises, porque, com elas, cresceram, se transformaram. ..
7) Como curiosidade, no dia primeiro de janeiro, não se pede nada emprestado nem se empresta. E não se toca em tesouras... Tudo para preservar a Prosperidade e evitar dificuldades durante o ano!
Feliz 2009!!!
sábado, 29 de novembro de 2008
"Minha Alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita.
Tem o preço de uma lembrança.
Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros"
"Já perdoei erros quase imperdoáveis...
Tentei substituir pessoas insubstituíveis...
E esquecer pessoas inesquecíveis...
Já fiz coisas por impulso...
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei em me decepcionar...
Mais também decepcionei alguém...
Já abracei pra proteger:)))
Já dei risada quando não podia:-)
Já fiz amizades eternas...
Já amei e fui amada...
Mais também já fui rejeitada:)
Já fui amada e não soube amar!!!
Já gritei e pulei de tanta felicidade***
Já vivi um amor e fiz juras eternas, mais “ quebrei a cara” muitas vezes...
Já chorei ouvindo musicas e vendo fotos!
Já liguei só pra ouvir uma voz:::
Já me apaixonei por um sorriso:)
Já pensei q fosse morrer de tanta saudade e...
...tive medo de perder alguém especial ( e acabei perdendo)!.."
mas....
"Se tropeço e caio, prontamente Deus estende a mão p/ levantar-me.
Se me desvio do caminho do bem, suavemente Ele me reconduz.
Se peço, bondosamente me oferece o perdão...
Se mergulho nas trevas, Deus se torna minha luz!
Qdo a cruz pesa, é Ele quem me dá forças p/ carregá-la.
Na dor, Ele me traz consolo,
na angústia, me traz a paz,
na tristeza, me alegra,
no desespero, torna-se minha esperança e,
na solidão, me faz companhia!!!"
Tem o preço de uma lembrança.
Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros"
"Já perdoei erros quase imperdoáveis...
Tentei substituir pessoas insubstituíveis...
E esquecer pessoas inesquecíveis...
Já fiz coisas por impulso...
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei em me decepcionar...
Mais também decepcionei alguém...
Já abracei pra proteger:)))
Já dei risada quando não podia:-)
Já fiz amizades eternas...
Já amei e fui amada...
Mais também já fui rejeitada:)
Já fui amada e não soube amar!!!
Já gritei e pulei de tanta felicidade***
Já vivi um amor e fiz juras eternas, mais “ quebrei a cara” muitas vezes...
Já chorei ouvindo musicas e vendo fotos!
Já liguei só pra ouvir uma voz:::
Já me apaixonei por um sorriso:)
Já pensei q fosse morrer de tanta saudade e...
...tive medo de perder alguém especial ( e acabei perdendo)!.."
mas....
"Se tropeço e caio, prontamente Deus estende a mão p/ levantar-me.
Se me desvio do caminho do bem, suavemente Ele me reconduz.
Se peço, bondosamente me oferece o perdão...
Se mergulho nas trevas, Deus se torna minha luz!
Qdo a cruz pesa, é Ele quem me dá forças p/ carregá-la.
Na dor, Ele me traz consolo,
na angústia, me traz a paz,
na tristeza, me alegra,
no desespero, torna-se minha esperança e,
na solidão, me faz companhia!!!"
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Um baú chamado coração

Já fiz cócegas a minha irmã só para que parasse de chorar;
Já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés para fora;
Já roubei um beijo,confundi os sentimentos,tomei um caminho errado e ainda sigo a caminhar pelo desconhecido;
Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou creme;
Já corri para não deixar alguém chorar,já fiquei só no meio de mil pessoas,sentindo a falta de uma única....
Já vi o pôr-do-sol mudar de rosado para alaranjado
Já mergulhei na piscina e não quis sair mais...
Já bebi whisky até sentir meus lábios adormecerem;
Já olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar;já me apaixonei e pensei que fosse pra sempre,mas era um 'para sempre' pela metade;
Foram tantas coisas que fiz,tantos os momentos fotografados pela lente da emoção e guardados nesse baú chamado coração...
sábado, 1 de novembro de 2008
Ai quem me dera...
Ai quem me dera terminasse a espera
Retornasse o canto, simples e sem fim
E ouvindo o canto, se chorasse tanto
Que do mundo o pranto, se estancasse enfim
Ai quem me dera ver morrer a fera
Ver nascer o anjo, ver brotar a flor
Ai quem me dera uma manhã feliz
Ai quem me dera uma estação de amor...
Ah se as pessoas se tornassem boas
E cantassem loas e tivessem paz
E pelas ruas se abraçassem nuas
E duas a duas fossem ser casais
Ai quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afim
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim
Ai quem me dera ouvir um nunca mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E ao fim da espera
Ouvir na primavera
Alguém chamar por mim
Ai quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afim
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim
Ai quem me dera ouvir um nunca mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E ao fim da espera
Ouvir na primavera
Alguém chamar por mim
(Vinícios de Morais)
Retornasse o canto, simples e sem fim
E ouvindo o canto, se chorasse tanto
Que do mundo o pranto, se estancasse enfim
Ai quem me dera ver morrer a fera
Ver nascer o anjo, ver brotar a flor
Ai quem me dera uma manhã feliz
Ai quem me dera uma estação de amor...
Ah se as pessoas se tornassem boas
E cantassem loas e tivessem paz
E pelas ruas se abraçassem nuas
E duas a duas fossem ser casais
Ai quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afim
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim
Ai quem me dera ouvir um nunca mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E ao fim da espera
Ouvir na primavera
Alguém chamar por mim
Ai quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afim
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim
Ai quem me dera ouvir um nunca mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E ao fim da espera
Ouvir na primavera
Alguém chamar por mim
(Vinícios de Morais)
DECEPÇÕES
Você já teve alguma decepção na vida?
Dificilmente alguém passa pela existência sem sofrer uma desilusão, ou
ter alguma surpresa desagradável em algum momento da caminhada.
Podemos dizer que o sabor de uma decepção é amargo e traz consigo um
punhal invisível que dilacera as fibras mais sutis da alma.
Isso acontece porque nós só nos decepcionamos com as pessoas em quem
investimos nossos mais puros sentimentos de confiança e amor.
Pode ser um amigo, a quem entregamos o coração e que de um momento
para outro passa a ter um comportamento diferente, duvidando da nossa
sinceridade, do nosso afeto, da nossa dedicação, da nossa lealdade...
Também pode ser a alma que elegemos para compartilhar conosco a vida,
e que um dia chega e nos diz que o amor acabou, que já não fazemos
mais parte da sua história... Que outra pessoa agora ocupa o nosso
lugar.
Ou alguém que escolhemos como modelo digno de ser seguido e que vemos
escorregando nas valas da mentira ou da traição, desdita que nos
infelicita e nos arranca lágrimas quentes e doloridas, como chama que
queima sem consumir.
Enfim, só os nossos amores são capazes de nos ferir com a espada da
decepção, pois os estranhos não têm esse trágico poder, já que seus
atos não nos causam nenhuma impressão.
Assim, valem a pena algumas reflexões a esse respeito para que não nos
deixemos atingir pela cruel espada da desilusão.
Para tanto, podemos começar levando em conta que, assim como nós,
nossos amores também não são perfeitos.
E que, geralmente, não nos prometem santidade ou eterna fidelidade.
Nunca nos disseram que serão eternamente a mesma pessoa e que jamais
nos causariam decepções.
Nós é que queremos que sejam como os idealizamos.
Assim nos iludimos. Mas só se desilude quem está iludido.
Importante que pensemos bem a esse respeito, imunizando a nossa alma
com o antídoto eficaz do entendimento.
Importante que usemos sempre o escudo do perdão para impedir que os
atos infelizes dos outros nos causem tanto sofrimento.
Importante, ainda, que façamos uso dos óculos da lucidez, que nos
permitem ver os fatos em sua real dimensão e importância, evitando
dores exageradas.
A ilusão é como uma névoa que nos embaraça a visão, distorcendo as
imagens e os fatos que estão a nossa frente.
E a decepção nada mais é do que perceber que se estava iludido,
enganado sobre algo ou alguém.
Assim, se você está amargando a dor de uma desilusão, agradeça a Deus
por ter retirado dos seus olhos os empecilhos que lhe toldavam a
visão.
Passe a gostar das pessoas como elas são e não como você gostaria que
elas fossem.
Considere que você também já deve ter ferido alguém com o punhal da
decepção, mesmo não tendo a intenção, e talvez sem se dar conta disso.
Por todas essas razões, pense um pouco mais e espante essa tristeza do
olhar... Enxugue as lágrimas e siga em frente... sem ilusões.
***
Aprenda a valorizar nas pessoas suas marcas positivas.
Lembre-se de que cada um dá o que tem, o que pode oferecer.
Uns oferecem o ácido da traição, o engodo da hipocrisia, o fel da
ingratidão, pois é o que alimentam na alma.
Mas, seja você a cultivar em seu jardim interior as flores da
lealdade, do afeto, da compreensão, da honestidade, para ofertar a
todos aqueles que cruzarem o seu caminho.
Seja você alguém incapaz de ferir ou provocar sofrimentos nos seres
que caminham ao seu lado.
Dificilmente alguém passa pela existência sem sofrer uma desilusão, ou
ter alguma surpresa desagradável em algum momento da caminhada.
Podemos dizer que o sabor de uma decepção é amargo e traz consigo um
punhal invisível que dilacera as fibras mais sutis da alma.
Isso acontece porque nós só nos decepcionamos com as pessoas em quem
investimos nossos mais puros sentimentos de confiança e amor.
Pode ser um amigo, a quem entregamos o coração e que de um momento
para outro passa a ter um comportamento diferente, duvidando da nossa
sinceridade, do nosso afeto, da nossa dedicação, da nossa lealdade...
Também pode ser a alma que elegemos para compartilhar conosco a vida,
e que um dia chega e nos diz que o amor acabou, que já não fazemos
mais parte da sua história... Que outra pessoa agora ocupa o nosso
lugar.
Ou alguém que escolhemos como modelo digno de ser seguido e que vemos
escorregando nas valas da mentira ou da traição, desdita que nos
infelicita e nos arranca lágrimas quentes e doloridas, como chama que
queima sem consumir.
Enfim, só os nossos amores são capazes de nos ferir com a espada da
decepção, pois os estranhos não têm esse trágico poder, já que seus
atos não nos causam nenhuma impressão.
Assim, valem a pena algumas reflexões a esse respeito para que não nos
deixemos atingir pela cruel espada da desilusão.
Para tanto, podemos começar levando em conta que, assim como nós,
nossos amores também não são perfeitos.
E que, geralmente, não nos prometem santidade ou eterna fidelidade.
Nunca nos disseram que serão eternamente a mesma pessoa e que jamais
nos causariam decepções.
Nós é que queremos que sejam como os idealizamos.
Assim nos iludimos. Mas só se desilude quem está iludido.
Importante que pensemos bem a esse respeito, imunizando a nossa alma
com o antídoto eficaz do entendimento.
Importante que usemos sempre o escudo do perdão para impedir que os
atos infelizes dos outros nos causem tanto sofrimento.
Importante, ainda, que façamos uso dos óculos da lucidez, que nos
permitem ver os fatos em sua real dimensão e importância, evitando
dores exageradas.
A ilusão é como uma névoa que nos embaraça a visão, distorcendo as
imagens e os fatos que estão a nossa frente.
E a decepção nada mais é do que perceber que se estava iludido,
enganado sobre algo ou alguém.
Assim, se você está amargando a dor de uma desilusão, agradeça a Deus
por ter retirado dos seus olhos os empecilhos que lhe toldavam a
visão.
Passe a gostar das pessoas como elas são e não como você gostaria que
elas fossem.
Considere que você também já deve ter ferido alguém com o punhal da
decepção, mesmo não tendo a intenção, e talvez sem se dar conta disso.
Por todas essas razões, pense um pouco mais e espante essa tristeza do
olhar... Enxugue as lágrimas e siga em frente... sem ilusões.
***
Aprenda a valorizar nas pessoas suas marcas positivas.
Lembre-se de que cada um dá o que tem, o que pode oferecer.
Uns oferecem o ácido da traição, o engodo da hipocrisia, o fel da
ingratidão, pois é o que alimentam na alma.
Mas, seja você a cultivar em seu jardim interior as flores da
lealdade, do afeto, da compreensão, da honestidade, para ofertar a
todos aqueles que cruzarem o seu caminho.
Seja você alguém incapaz de ferir ou provocar sofrimentos nos seres
que caminham ao seu lado.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Sempre há tempo de recontar...

"Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. O romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."
Luis Fernando Veríssimo
terça-feira, 23 de setembro de 2008

“No momento em que realmente nos decidimos, então o universo começa a agir também. Todo tipo de coisa começa a ocorrer, coisas que não ocorreriam normalmente, mas que acontecem porque você tomou a decisão. Uma série de eventos flui dessa decisão, levantando a nosso favor todo tipo de imprevistos, encontros e assistência material que nenhuma pessoa no mundo poderia planejar que ocorresse na sua vida. Seja lá o que você possa fazer, ou tenha o sonho de fazer: comece. O arrojo tem dentro de si inteligência, poder e mágica. Então comece agora".
Goethe
Primavera
Primavera é quando, num pedacinho da Terra, as flores se abrem,
o sol fica mais forte e a vida fica mais alegre.
Das quatro estações, a primavera é a mais bonita, porque colore a terra, perfuma o ar
e contagia os corações sensíveis com sua alegria.
A primavera é uma boa época para renovar o espírito, assim como as flores se renovam.
E de colher os frutos e semear a terra.
Semear a terra sempre, pois isso significa mantê-la sempre fértil.
E de terra fértil, sempre brota a vida.
Bom seria se a primavera acontecesse o tempo todo, em todos os corações
humanos... florescendo, enfim, na forma de atos, palavras e
pensamentos, sempre positivos...
se cada ser vivente, fosse como uma flor, bela, pura e
cheirosa, toda a Terra viveria uma eterna primavera...
Depende de cada um, fazer do próprio coração, a terra...
semeá-lo e cuidá-lo, para cultivar o espírito da primavera, todo o tempo...
em qualquer estação...
Abraços
Jussára (por e-mail)
Estive aqui e fui muito feliz!

Para entrar no terreno de um coração é preciso ter um mapa que nos mostre as armadilhas, os atalhos, os abismos...
Ao pisar no terreno de um coração é preciso ter muita calma para não destruir as flores, para não se perder nos amores, nos amores por ele vivido, nos amores por ele sonhado, idealizado...
Pois um coração é assim:
As vezes é o labirinto do qual não conseguimos sair, as vezes é o portal fechado que não nos deixa entrar !
Há que ter muito cuidado quando alguém nos abre a porta do seu coração. Cuidado para saber entrar, e se necessário, saber sair... Sem destruir, sem derrubar,sem magoar... E plantar uma bandeira, no maior monte, escrito assim:
- Estive aqui e fui muito feliz!
Enviada: quinta-feira, 14 de agosto de 2008 7:00:30
Para: Jussára Moreira (por e-mail)
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Nem luz de astro nem luz de flor somente:..

Rσ∂яιgσ:
07/09/2008
Nem luz de astro nem luz de flor somente: um misto
De astro e flor. Que olhos tais e que tais lábios, certo,
(E só por serem seus) são muito mais do que isto...
Ela é a tulipa azul do meu sonho deserto.
Onde existe, não sei, mas quero crer que existo
No mesmo nicho astral entre luares aberto,
Em que branca de luz sublime a tenha visto,
Longe daqui talvez, talvez do céu bem perto.
Ela vem, (sororal!) vibrante como um sino,
Despertar-me no leito: ouro em tudo, — na face
De anjo morto, na voz, no olhar sobredivino.
Nasce a manhã, a luz tem cheiro... Ei-la que assoma
Pelo ar sutil... Tem cheiro a luz, a manhã nasce...
Oh sonora audição colorida do aroma!
Alphonsus de Guimarães
ATOS E SENTIMENTOS....
AH! OS RELÓGIOS
Strella Petra'z:
05/09/2008
AH! OS RELÓGIOS
Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são...
Mario Quintana - A Cor do Invisível
05/09/2008
AH! OS RELÓGIOS
Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são...
Mario Quintana - A Cor do Invisível
Tempo de abraçar.
Dorinha\:
05/09
Num piscar de olhos tudo pode mudar
Não se ter mais o tempo que passou
Deixa-se na lembrança que guardará
O brilho de um sorriso que se apagou
O tempo que passa regendo a vida
Nasce com a primeira luz da aurora,
Traz consigo uma bela poesia lida
No final do dia o sol vai-se embora.
A noite chega quente como o verão
E de joelhos começa-se a chorar
Ao ver a solitária lua do sertão
Em pouco tempo seu brilho apagará...
O tempo surge leve como uma criança
Cresce rápido, forte, torna-se formoso.
Dá aos olhos dos que o ver a esperança
De que esse tempo seja um senhor bondoso.
O tempo escorre pelas mãos da felicidade
E a vida corre, se vai, e o novo sempre vem
Deixar no peito a marca forte da saudade
De tudo que passa, de tudo que se quer bem.
Esse tempo todo em que rabisco o papel
É pra te dizer que não me devo esperar
Vou com o tempo, entre a Terra e o Céu
Agora, com minha poesia, vou te abraçar...
BjiM!!!
05/09
Num piscar de olhos tudo pode mudar
Não se ter mais o tempo que passou
Deixa-se na lembrança que guardará
O brilho de um sorriso que se apagou
O tempo que passa regendo a vida
Nasce com a primeira luz da aurora,
Traz consigo uma bela poesia lida
No final do dia o sol vai-se embora.
A noite chega quente como o verão
E de joelhos começa-se a chorar
Ao ver a solitária lua do sertão
Em pouco tempo seu brilho apagará...
O tempo surge leve como uma criança
Cresce rápido, forte, torna-se formoso.
Dá aos olhos dos que o ver a esperança
De que esse tempo seja um senhor bondoso.
O tempo escorre pelas mãos da felicidade
E a vida corre, se vai, e o novo sempre vem
Deixar no peito a marca forte da saudade
De tudo que passa, de tudo que se quer bem.
Esse tempo todo em que rabisco o papel
É pra te dizer que não me devo esperar
Vou com o tempo, entre a Terra e o Céu
Agora, com minha poesia, vou te abraçar...
BjiM!!!
domingo, 14 de setembro de 2008
Meus dias foram aquelas romãs brunidas
Meus dias foram aquelas romãs brunidas
repletas de cor e sumo e doçura compacta.
Foram aquelas dálias, redondas colméias
cheias de abelhas, de vento e de horizontes.
Meus dias foram aquelas negras raízes
escravas, caminhando por humildes subterrâneos.
Foram aquelas rosas duramente construídas
e logo sopradas por lábios displicentes.
Ah! meus dias foram aqueles sóbrios cactos
de raríssima flor encravada em coroas de espinhos.
Meus dias foram estes altos muros robustos,
este peso de enormes pedras, este cansado limite,
onde pousavam solidões, palavras, enganos
com o brilho, a inconstância desta incerta borboleta.
Cecília Meireles
repletas de cor e sumo e doçura compacta.
Foram aquelas dálias, redondas colméias
cheias de abelhas, de vento e de horizontes.
Meus dias foram aquelas negras raízes
escravas, caminhando por humildes subterrâneos.
Foram aquelas rosas duramente construídas
e logo sopradas por lábios displicentes.
Ah! meus dias foram aqueles sóbrios cactos
de raríssima flor encravada em coroas de espinhos.
Meus dias foram estes altos muros robustos,
este peso de enormes pedras, este cansado limite,
onde pousavam solidões, palavras, enganos
com o brilho, a inconstância desta incerta borboleta.
Cecília Meireles

E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando sermos donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."
(Miguel Sousa Tavares)
OS VENTOS
Não há, nos ventos,
a liberdade da morte,
embora sejam implacáveis e
jamais perdoem as folhas secas.
Todos os ventos têm nome
mas não se conhece nenhum
de perto, embora
se agarrem a você
e desorganizem a harmonia.
Os ventos não têm forma
mas sabemos todas as suas aspirações
e os seus amores com o mar e as árvores.
Os ventos não têm a liberdade da morte
diluídos na essência
do que nunca aconteceu.
Álvaro Pacheco
by Rodrigo
a liberdade da morte,
embora sejam implacáveis e
jamais perdoem as folhas secas.
Todos os ventos têm nome
mas não se conhece nenhum
de perto, embora
se agarrem a você
e desorganizem a harmonia.
Os ventos não têm forma
mas sabemos todas as suas aspirações
e os seus amores com o mar e as árvores.
Os ventos não têm a liberdade da morte
diluídos na essência
do que nunca aconteceu.
Álvaro Pacheco
by Rodrigo
Preciso Me Encontrar
Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver...
Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar...
Depois, depois
Que eu me encontrar
Quando eu me encontrar
Composição: Candeia
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver...
Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar...
Depois, depois
Que eu me encontrar
Quando eu me encontrar
Composição: Candeia
terça-feira, 19 de agosto de 2008
O que é a felicidade?
A felicidade é como uma pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar.
A felicidade é como uma gota de orvalho
Numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor
A felicidade é uma coisa louca
Mas tão delicada também.
Tem flores e amores
De todas as cores
Tem ninhos de passarinhos
Tudo isso ela tem
E é por ela ser assim tão delicada
Que eu trato sempre dela muito bem.
(Vinícius de Moraes)
by Grayce
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Oração de Dante
Quando a floresta sombria caiu às minhas costas
E todos os caminhos foram cobertos
Quando os sacerdotes do orgulho dizem não ter outro caminho
Eu cultivo a tristeza das pedras
Eu não acreditei por que eu não podia ver
Mesmo que você tenha vindo para mim na noite.
Quando o amanhecer parecia para sempre perdido
Você me mostrou o seu amor na luz das estrelas
Leve seus olhos para o oceano
Leve sua alma para o mar
Quando a noite sombria parecer sem fim
Por favor lembre-se de mim
Então a montanha ergueu-se diante de mim
do profundo poço do desejo
Da fonte do perdão
Além do gelo e do fogo
Ainda que dividamos esse humilde caminho
Sozinho quão frágil é o coração
Dê-me essas asas de lama para voar
para tocar a face das estrelas
sopre vida nesse coração débil
Rasgue a veia mortal do medo
Leve essas esperanças despedaçadas, cavadas pelas lágrimas
Nos elevaremos acima de tais desvelos terrenos.
(recebi da bela Stella)
E todos os caminhos foram cobertos
Quando os sacerdotes do orgulho dizem não ter outro caminho
Eu cultivo a tristeza das pedras
Eu não acreditei por que eu não podia ver
Mesmo que você tenha vindo para mim na noite.
Quando o amanhecer parecia para sempre perdido
Você me mostrou o seu amor na luz das estrelas
Leve seus olhos para o oceano
Leve sua alma para o mar
Quando a noite sombria parecer sem fim
Por favor lembre-se de mim
Então a montanha ergueu-se diante de mim
do profundo poço do desejo
Da fonte do perdão
Além do gelo e do fogo
Ainda que dividamos esse humilde caminho
Sozinho quão frágil é o coração
Dê-me essas asas de lama para voar
para tocar a face das estrelas
sopre vida nesse coração débil
Rasgue a veia mortal do medo
Leve essas esperanças despedaçadas, cavadas pelas lágrimas
Nos elevaremos acima de tais desvelos terrenos.
(recebi da bela Stella)
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
As seis cordas
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